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Hungria Bonita Hungria - Fatos sobre a Hungria
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A Hungria (chamada Magyarország em húngaro), é um país da Europa Central, sem saída para o mar e localizado na planície da Panônia. Faz fronteira com a Áustria, Eslováquia, Romênia, Ucrânia, Sérvia, Croácia e Eslovênia. Sua capital é Budapeste que também é a maior cidade do país com população estimada em 1.8 milhões de habitantes. A Hungria é membro da União Europeia (UE), do OCDE, da NATO e do Grupo de Visegrád, e é também um Estado Schengen. A língua oficial é o húngaro: idioma esse originado da família lingüística fino-úgrica.


Visita à planície Puszta

Puszta

Viagem na Hungria
Duração: 9 horas

A puszta típica estende-se entre o rio Danúbio até a fronteira oriental e ocupa a terceira parte do país. É uma paisagem com características especiais da flora e da fauna. Os nossos antepassados nômades apaixonaram-se por esta paisagem 1.100 anos atrás e fizeram desta terra o primeiro país sedentário dos Magiares. Agora temos enormes parques nacionais e cidades, todos vivendo em harmonia e mantendo antigas tradições e combinando-as com a modernidade da vida cotidiana.
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Em seguida a períodos de ocupação céltica (após 450 a.C.) e romana (de 9 a.C. até o século IV), considera-se que o alicerce da fundação do Estado húngaro foi estabelecido no século IX pelo chefe magiar Árpád, cujo bisneto Estêvão I ascendeu ao trono com uma coroa enviada por Roma em 1000. O Reino da Hungria existiu sem interrupções por 946 anos, e em diversos momentos foi visto como um dos centros culturais do mundo ocidental. Uma potência significativa até os anos 1910, a Hungria perdeu mais de dois terços de suas terras (e 3,3 milhões de húngaros) devido ao tratado de Trianon de 1920. Sucedeu ao reino um regime comunista (1947-1989) durante o qual o país recebeu ampla atenção da comunidade internacional por conta da Revolução de 1956 e, posteriormente, a abertura de sua demarcação com a Áustria em 1989, que acelerou a falência do Bloco Oriental. Desde aquele ano, o país é uma república parlamentarista. 

A Hungria ingressou formalmente na União Européia em 1 de janeiro de 2004.


Etimologia


O nome "Hungria" foi uma transferência do francês Hongrie. Acredita-se que o termo nasceu no século VII, quando as tribos magiares se unificaram com a tribo búlgara On-Ogour, que em turco búlgaro significa "dez flechas".

O adjetivo pátrio "húngaro" foi registrado em português em 1512.


História


O império romano chamava a terra a oeste do Danúbio de Panônia, na qual fundaram uma província com este nome. Ao século IV, os hunos iniciaram a  migração que passariam pelos territórios húngaros, criando o grande império dos Hunos, que acabaria em 455. Após a queda do Império Romano em 476, iniciaram-se ondas migratórias de germanos, eslavos, ávaros, francos, búlgaros e, finalmente, magiares, estes no final do século IX.

Segundo a tradição, os magiares atravessaram os Cárpatos e adentraram na planície panônia em 895, sob a liderança de Árpád, o líder dos magiares que queria a aproximação com a Europa Cristã. Em 1000, o Rei Santo Estêvão I, filho de Géza da dinastia dos Árpads, estabeleceu o Reino da Hungria, ao ser coroado pelo Papa Silvestre II e fundou o reino em 1006, com o aniquilamento dos oponentes pagãos.  Entre 1241 e 1242, uma invasão mongol arrasou a Hungria, com grandes perdas em vidas e propriedades. Quando os mongóis partiram da Hungria, o rei Béla IV, ordenou a construção de castelos de pedra, que seriam importantes na batalha contra os otomanos, no século XIV.

Ao poucos, o Reino da Hungria conseguiu livrar-se das intervenções polacas, boêmias e papais, consolidando a sua independência. Matias Corvino, que reinou entre 1458 e 1490, fortaleceu o país, expulsou os otomanos e fez da Hungria um centro cultural europeu durante o Renascimento.

A independência da Hungria chegou ao fim em 1526, após a queda de Nándorfehérvár (Belgrado) e a derrota para os otomanos na batalha de Mohács. O Reino foi então dividido em três partes: o terço meridional ficou sob o controle otomano e o ocidental, sob o controle austríaco. A porção oriental continuou  nominalmente independente, com o nome de Principado da Transilvânia e sob a dinastia dos Habsburgos, que retomariam a totalidade da Hungria das mãos dos otomanos 150 anos depois, no final do século XVII.

Com o recuo dos turcos, começou o combate da nobreza húngara por autonomia no seio do Império Austríaco. A Revolução de 1848 e a posterior guerra civil acabaram com a servidão e garantiram direitos civis, mas a revolução foi rigorosamente contida pelos austríacos em 1849. Em 1867, porém, após duras batalhas internas e externas, a Áustria foi obrigada a fazer reformas internas, e para impedir a independência húngara, fez um acordo na qual reconhecia o estado autônomo da Hungria, surgindo então a chamada Monarquia Dual, ou Austro-Húngara.

O governo húngaro, que era autônomo, mas seguia às mesmas regras que a Áustria, iniciou um processo de magiarização das populações de outras etnias, o que causou o nacionalismo sérvio, eslovaco e romeno dentro do reino. A magiarização seguiu até o fim da Primeira Guerra Mundial, quando todo o Império Austro-Húngaro ruiu.

A Hungria tornou-se uma república independente, em novembro de 1918. Após uma experiência comunista sob Béla Kun, que proclamou uma república soviética húngara, e uma invasão por tropas romenas, forças militares de direita comandadas pelo Almirante Miklós Horthy, adentraram Budapeste e estabeleceram um novo governo. Em 1920 uma assembléia unicameral foi eleita, expressivamente de direita, Horthy foi indicado Regente e a Hungria voltou a ser uma monarquia, embora sem rei designado.

O Tratado de Trianon, comemorado em junho de 1920, estabeleceu as fronteiras da Hungria no pós-guerra. O país perdia então 71% de seu território, 66% de sua população, grande parte das suas reservas de matéria prima e seu único porto marítimo (Fiume, hoje Rijeka, na Croácia) para os países vizinhos. O inconformismo com a perda de territórios e população foi a tônica do processo político húngaro do entre-guerras e perdura, de certa maneira, até hoje.

Ilustração que mostra Sándor Petõfi, recitando o Nemzeti Dal, a canção que inspirou a Revolução de 1848, em busca da autonomia húngara, no império austríaco.

Após um período turbulento politicamente na década de 20, com István Bethlen, a Hungria se uniu aos nazistas alemães a partir dos anos 30, durante a Grande Depressão, na esperança, conforme explicações de seus líderes da época, de retomar os territórios perdidos. Entre 1938 e 1941, a Hungria obteve de volta territórios como a Eslováquia, a Rutênia, a Transilvânia e parte da Iugoslávia. Declarou guerra em 1941 à União Soviética, mas depois de consecutivas derrotas tentou um acordo com os Aliados. Hitler com medo disso, ordenou a invasão da Hungria em março de 1944. No período de invasão alemã, aconteceu o envio de judeus à campos de concentração na Polônia. Depois de diversas batalhas por toda a Hungria, os alemães foram derrotados em 4 de abril de 1944.

A Hungria tornou-se um Estado comunista sob influência de Moscou, como conseqüência do fim da Segunda Guerra Mundial. A Revolução de 1956 foi a ocasião na qual os húngaros se manifestaram contra o regime soviético instalado no país. Após o 1º ministro deposto Imre Nagy tentar tomar o poder, apoiado pela população, a União Soviética invadiu Budapeste e, pela força das armas, acabou com a revolução, prendeu Nagy e o executou tempo depois.

Um dos primeiros países da órbita soviética a procurar dissolver o Pacto de Varsóvia, a Hungria, também buscou evoluir para uma democracia pluripartidária e para uma economia de mercado. As primeiras eleições livres nessa nova fase da história da Hungria aconteceram em 1990, onde, com poucos votos, os socialistas foram abatidos. Mas, em 1994, voltaram ao poder, apoiados pela inclinação do padrão de vida e da economia húngara. Desde então, socialistas e centro-direitistas concorrerem ao poder político na Hungria. O País aderiu à OTAN em 1999 e à União Européia em 2004 visando uma maior aproximação com o Ocidente.


Visita ao lago Balaton

Balaton

Viagem na Hungria
Duração: 8 horas

Herend é uma das cidades de porcelana mais famosas do mundo. A tradição de pintar os motivos tão conhecidos e criar as estátuas é transmitida de pais para filhos. Depois de um tour guiado na maior fábrica de porcelana do mundo, Herend, fundada em 1826, você terá a oportunidade de beber um café no Porcelanium e possivelmente fazer algumas compras na loja da fábrica.
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Geografia

Um dos maiores países da Europa Central, a Hungria possui um território com 93 000 km². Suas dimensões são de 250 quilômetros de norte à sul e 524 quilômetros de leste à oeste, com 2 258 quilômetros de divisas com os 7 países (Sérvia, Croácia, Eslovênia, Ucrânia, Romênia, Eslováquia e Áustria) que o cerca.

Com população de 10 064 000 de habitantes aproximadamente, A Hungria apresentou um decréscimo populacional desde o último censo oficial em 2001. Tal fato vem ocorrendo nos últimos anos no país, seguindo uma linha de todos os países do leste europeu. A Hungria é um país mediamente povoado, apresentando uma densidade de 109 habitantes por km².

Budapeste é a maior cidade é a capital, que em sua região metropolitana tem 2 550 000 de habitantes. Com menor proporção, a universitária Debrecen, em Hajdú-Bihar, é a segunda maior com 205 000 habitantes. A terceira é Miskolc, com pouco mais de 179 000 habitantes, no condado de Borsod-Abaúj-Zemplén, no nordeste húngaro.


Relevo


O país é composto em grande parte por planícies, que não chegam a 200 m de altitude. Em alguns pontos há pequenas cadeias de montanhas, mas as que passam de 300 metros de altura são apenas 2% do território húngaro. O ponto mais alto é a montanha Kékes com 1.014 metros e está localizada à nordeste de Budapeste. O ponto mais baixo está nas proximidades de Szeged no sul, em uma depressão com 77,6 metros.

Os rios mais importantes que atravessam a Hungria são o Danúbio e o Tisza. O Danúbio é um dos rios mais importantes da Europa e, na Hungria, ele é navegável por 418 kilometros. O Tisza é navegável por 444 kilometros. O lago Balaton, que com uma área de 592 km² é o maior lago da Europa Central e Oriental, é conhecido como "Mar Húngaro". Outros lagos menores são o Velence e o Neusiedl, que tem 315 km² de superficie, mas apenas 75 km² em território húngaro (o restante localiza-se na Áustria).


Clima


O clima na Hungria é temperado continental, com um frio e úmido inverno e um verão quente. A temperatura média anual é de 9,7°C (com extremos de 42 °C e -29 °C). A média pluviométrica é de 600 mm por ano. As chuvas são irregulares, caindo mais à oeste do Danúbio do que ao leste. Uma pequena vila, próxima de Pécs, tem um clima diferente do resto do país, semelhante ao clima mediterrâneo, o que é um atrativo da região.

Nos anos 80, a Hungria começou a sofrer os efeitos da poluição das indústrias e dos agrotóxicos nas plantações. Continuamente foram relatadas contaminações em reservatórios de água e uma sensível mudança na fauna. Até hoje, não foi feita nenhuma grande transformações sobre o meio ambiente, apenas pequenas discussões são feitas.


Demografia


O húngaro é a língua falada por 94% da população, na sua maioria composta por húngaros. Uma língua fino-úgrica distantemente relacionada com o finlandês e o estoniano. Existem muitas minorias étnicas na Hungria: Ciganos (2,1%), Alemães (1,2%), Eslovacos (0,4%), Croatas (0,2%), Romenos (0,1%), Ucranianos (0,1%) e Sérvios(0,1%).

Existem minorias húngaras significativas em países vizinhos como Romênia (na Transilvânia), Eslováquia, Sérvia (em Voivodina), Ucrânia, Croácia (na Eslavônia) e Áustria devido à sua história, quando países vizinhos faziam parte do mesmo país.  A Eslovênia, no entanto, tem um número muito grande de húngaros nas cidades próximas à fronteira e até adota o húngaro como língua oficial.


Religião


No século X, os húngaros, em sua maioria, eram cristãos. O primeiro rei, Santo Estêvão da Hungria trouxe o cristianismo ocidental ao país. E assim, a Hungria permaneceu até o século XVI, quando a onda protestante que atingia a Europa chegou ao país, primeiramente com o luteranismo e, em seguida, com o calvinismo. Já na segunda metade desse mesmo século, os jesuítas organizaram uma grande contra-reforma para buscar novamente os fiéis perdidos. Construíram diversas escolas, igrejas e a mais antiga universidade da Hungria, que permanece até hoje, a Pázmány Péter. Alguns lugares afastados de Budapeste, principalmente ao redor de Debrecen e na Transilvânia ainda seguem o protestantismo até hoje.

Os judeus sempre estiveram presentes na Hungria, desde os primórdios da Idade Média, e a maior sinagoga da Europa se localiza hoje em Budapeste. Entretanto, a maioria dos judeus padeceu com o holocausto, durante a invasão alemã na Segunda Guerra Mundial. A grande maioria foi deportada para os campos de concentração ou simplesmente executada. Atualmente, declaram-se judeus apenas 0,1% de toda a população húngara.

A grande parte da população é de cristãos, que atingem quase 75% dos habitantes, em grande parte católicos (54,5%), mas a população protestante também é numerosa (19,5%). O número de pessoas que se definiram sem religião é de 14,5%, o que está bem próximo à média européia.


Política


A Assembléia Nacional elege, a cada 5 anos, o Presidente da Hungria, que também é o comandante-chefe das forças armadas e nomeia o primeiro-ministro, cujo nome também deve ser aprovado pela Assembléia. O primeiro-ministro é quem seleciona o gabinete de ministros e, segundo a constituição húngara, dispõe da prerrogativa de demiti-los. Os indicados devem ser formalmente nomeados pelo presidente.

O parlamento húngaro (Országgyűlés) é um órgão legislativo unicameral, com 386 membros eleitos diretamente. Na última eleição, 176 foram eleitos pelo voto direto dos distritos eleitorais, 152 pela representação proporcional do partido e 58 pelo votos de compensação. Num primeiro turno, os eleitores votam em um candidato e também em um partido. O candidato que obtiver mais de 50% dos votos do distrito eleitoral ocupa um assento na assembléia. Quando no distrito não houver a maioria ou a participação for menor que 50%, há segundo turno. Este ocorre da mesma forma que o primeiro, mas o candidato mais votado assume o cargo. É considerada  inválida a eleição que não obtiver 25% de participação, sendo esses assentos preenchidos com os votos de compensação. A repartição dos votos de compensação é feita pela ordem de votação dos partidos. Na Hungria, o maior partido que venceu as últimas eleições, é o Fidesz (que em coligação com os Cristãos Democratas neste momento tem dois terços dos lugares dos deputados no Parlamento). Fora desta coligação há três outros partidos presentes no Parlamento: o Partido Socialista Húngaro (brevemente MSZP), o movimento A Política Pode Ser Outras (LMP), ambos de esquerda, e o Jobbik, um partido considerado de extrema-direita.

O Poder Judiciário húngaro abrange a Corte constitucional, que é composta por quinze membros, e pode julgar a constitucionalidade das leis. A Suprema Corte e os tribunais civis e penais são independentes do Poder Executivo. A partir de 1 de Janeiro de 2012 o país tem uma nova constituição. 


Divisões Administrativas


Administrativamente, a Hungria é dividida em 19 distritos mais a capital, que é independente de qualquer distrito. Esses são o terceiro nível de divisão administrativa da Hungria. Os 19 distritos e Budapeste são agrupados em 7 regiões, para finalidade demográficas e de desenvolvimento. São eles o segundo nível de divisão húngara: Transdanúbia Ocidental, Transdanúbia Meridional, Transdanúbia Central, Hungria Central, Hungria Setentrional, Grande planície setentrional, Grande planície meridional.

Os 19 distritos são, ainda, subdividos em 173 subregiões e Budapeste é a sua própria subregião. Cada subregião pode ser classificada como Cidade ou Vila, ou ainda como distrito urbano, uma cidade com direitos de distrito, mas que tem que se submeter às ordens do distrito no qual está implantada, não tendo, portanto, independência política do distrito.


Economia


No período do Império Austro-Húngaro, a Hungria foi o principal território utilizado para a agricultura. As vastas planícies que cobrem 90% do país e as terras férteis em abundância, comum nessa parte da Europa, favoreceram a forte uso da agricultura em toda a sua história. Durante o período socialista, a agricultura foi mecanizada e modernizada. Mas com o fim da URSS, a agricultura húngara perdeu o apoio que tinha do estado e sofreu de uma crise, só igualando a sua produção de 16 milhões de grãos no século XXI.

No decorrer do regime socialista, a Hungria passou também por uma forte industrialização, através de projetos que aproveitavam melhor os abundantes recursos naturais do país. Na década de 80, a Hungria foi considerada o país mais moderno industrialmente, exportando bens de consumo até para grandes países industrializados como Alemanha e Estados Unidos.

Após a queda do regime socialista, com o fim da União Soviética, o país abalou-se  com a entrada e adaptação ao regime capitalista. No entanto, devido à sua economia já ser voltada à exportação, o país não sofreu tanto em sua economia como os outros país ex-soviéticos.

De 1990 a 1993, a economia húngara recuou 18%, frente à, por exemplo, 40% da Bulgária. Em 1994, após algumas reformas econômicas reagiu e, desde 1996 a taxa média de crescimento do PIB é de 4,3%. Em 2006, o PIB fechou em 197,1 bilhões de dólares, sendo 80% vindo de capital privado e fortemente influenciado pelas altas taxas de capital estrangeiro aplicada no país.

Nos dias atuais, a maior parte do PIB da Hungria vem da área de serviços, que sofreu um forte crescimento na década de 90 com a capitalização da economia. A inflação e o desemprego foram abatidos substancialmente desde 1998 - era de 13%, hoje é 7,4%. As medidas de reforma econômica, tais como a reforma da saúde, tributária e do financiamento da administração local, ainda não foram postas em prática pelo atual governo. Em 1º de janeiro de 2004, junto com outros países do leste, a Hungria entrou na União Européia e o país prepara a economia para a adoção do euro, fato que deve ocorrer entre 2010 e 2014.


Ciência e tecnologia


Famosa pelo seu excelente ensino na matemática, a Hungria produziu diversos cientistas de sucesso. Alguns matemáticos famosos húngaros incluem Paul Erdős, famoso por ter seus trabalhos produzidos em 40 línguas na qual os números de Erdõs ainda são procurados; János Bolyai desenvolvedor da geometria não euclidiana em 1831 e John Von Neumann, um pioneiro da computação digital, que leva o seu nome em uma das arquiteturas de processador para computadores. Muitos dos cientistas judeus, como Erdõs e Von Neumann, sofreram perseguições durante a época do anti-semitismo na Europa e fizeram as suas contribuições nos Estados Unidos.

Muitas invenções são atribuídas a inventores húngaros. Uma delas são os fósforos sem barulho, de János Irinyi, o Cubo de Rubik de Ernő Rubik e a lâmpada de criptônio de Imre Bródy. Ainda mais invenções são de húngaros, como a holografia (Dennis Gabor), a caneta esferográfica (László Bíró), a teoria da Bomba de hidrogênio (Edward Teller) e a linguagem de programação BASIC (John Kemeny, com Thomas E. Kurtz). Mas todos esses inventores publicaram seus produtos nos Estados Unidos, em vista da Segunda Guerra Mundial.


Cultura

Gastronomia


A culinária húngara tem uma posição de destaque na cultura da Hungria, com tradicionais pratos como o goulash, difundido por todo o mundo e uma das bases da cozinha húngara. A batata é usada em diversos pratos, e as sopas e os guisados são componentes da culinária dos húngaros.

Os pratos são geralmente temperados com páprica (pimentão), cebola e pimenta preta. Os guisados são, comumente, encontrados com elementos tradicionais como carne de porco e de gado, como usado no pörkölt. Há ainda, diversas sobremesas tais como o smlói galuska que é um doce coberto de creme de laranja ou rum. Na culinária húngara há pratos que são feitas com frutas, sendo elas umas das especialidades da cozinha húngara.

Pode-se encontrar ainda, uma influência de outros povos na culinária, como elementos da cozinha turca e a presença de doces e bolos, fruto da influência alemã. Mas durante a existência da Áustria-Hungria, alguns pratos, como o goulash, foram passados aos austríacos e tchecos.


Literatura


No passado, a língua húngara era escrita com um alfabeto rúnico (no entanto ela não foi utilizada na literatura, devido aos interesses de uma interpretação moderna para ela). O país mudou para o alfabeto latino após ser cristianizado sob o reino de Estevão I(1000-1038). Não existem documentos anteriores ao século XI, sendo o mais antigo relato em húngaro um fragmento do documento de fundação da Abadia de Tihany(1055), na qual contém muitos termos húngaros, entre elas as palavras feheruuaru rea meneh hodu utu rea, "até a estrada militar de Fehérvár". O resto do documento está em latim. O mais antigo texto completo é o "Sermão e Oração para Funeral" (Halotti beszéd és könyörgés) (1192–1195), a tradução de um sermão em Latim. O poema mais antigo é o "Lamentos de Maria", tradução do Latim do século XIII. É também o mais antigo poema Fino-Úgrico. Entre as primeiras crônicas sobre a história húngara está o Gesta Hungarorum("Feitos dos Húngaros") e o Gesta Hunnorum et Hungarorum ("Feitos dos Hunos e dos Húngaros") por Simon Kézai. Ambos em latim. Estas crônicas misturam história com lendas, mas historicamente elas não são sempre certas. Outra crônica conhecida é a Képes krónika ("Crônica Ilustrada"), que foi escrita por Luis, o Grande.

O iluminismo húngaro deu-se aproximadamente cinqüenta anos depois se comparados ao iluminismo da Europa Ocidental. Os novos pensamentos chegaram à Hungria através de Viena. Os primeiros escritores do iluminismo húngaro foram György Bessenyei e János Batsányi. Contemporâneos à eles, Mihály Csokonai Vitéz e Dániel Berzsenyi eram os grandes poetas da época e a grande figura da reforma da língua era Ferenc Kazinczy. Através dessa reforma, a língua húngara tornou-se praticável para explanações científicas, com a criação de muitas palavras novas para descrever as novas invenções, preservando assim a língua húngara.


Desporto


O polo aquático destaca-se como esporte coletivo, bem como no lançamento de martelo. Também tem muita tradição a natação pela que Hungria conseguiu muitos sucessos internacionais. Sua figura máxima no esporte de todos os tempos foi o futebolista Ferenc Puskás, que realizou uma brilhante carreira no clube de futebol espanhol Real Madri. E têm à grande jogadora de tênis Zsofia Jakab que está jogando pela Longwood University atualmente, além da maior jogadora de xadrez de todos os tempos, Judit Polgar.

A Hungria destacou-se nos Jogos Olímpicos de 1952, quando obteve em terceiro posto em quadro de medalhas.


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