Contate Katalin agora!

Numero de acesso do Brasil:

+55 11 3280 5800

Por favor, aguarde a chamada por um periodo longo. Esta chamada será encaminhada para a Hungria, mas você só terá que pagar uma tarifa local.

Do resto do mundo:

+36 1 395 7832

Telefone celular:

+36 30 590 6581

E-mail:
Nós usamos Gmail para mais mobilidade e servir você melhor.

Podemos retornar a ligação se você preencher o formulário abaixo ou pode nos contatar por e-mail.

Mensagem para Katalin

...
Hungria Bonita Visitas City-Tour Budapeste >>> Guia ONLINE de Budapeste - Versão antiga
>>> Guia ONLINE de Budapeste - Versão antiga

Saiba mais sobre a >>> Hungria

>>> Conteúdo provisório! <<<

Conteúdo

Budapeste

Como chegar? Transportes

O aeroporto

O transporte publico

O Metropolitano

Tram

Ônibus

Trem Suburbano (HÉV)

o Funicular (Sikló)

o Teleférico (Libegő)

O bonde de crianças (Gyermekvasút)

Rede nacional de caminhos de ferro

A rede de estradas

Passes (bérlet)

Táxis

Budapeste - Pontos principais “obrigatórios” para ver em Budapeste

Três cidades nos dois lados do Danúbio

As pontes

Origem de Budapeste

A historia da cidade

A Praça dos Heróis e por volta

O Millenario

A Praça dos Heróis

O Jardim Zoológico

Avenida Andrássy

Museu Liszt Ferenc

Casa do Terror

A Grande Ópera

No lado de Peste

A Basílica Santo Estêvão

A Grande Sinagoga

O Parlamento

De Peste para Buda – atravessamos o Danúbio

As pontes de Budapeste

A Ilha Margarida (ou Margitsziget em húngaro)

Buda Inesquecível

Colina do Castelo – Várhegy em húngaro

O Castelo Real

A Igreja Mathias

O Bastião dos Pescadores

Igreja Maria Madalena

Museu de História Militar (Hadtörténeti Muzeum)

O Labirinto (Budavári Labirintus)

Palácio Sándor (Sándor Palota)

Monte São Gerardo (Gellért Hegy)

Comprinhas

Mercado Grande

Mercados de pulga

Na Rua Váci

A Cozinha Húngara

Cafés de Budapeste

Arredores movimentados com multidão de restaurantes

Liszt Ferenc tér (Praça Franz Liszt)

O bairro IX de Ferencváros: a Rua Ráday

O que fazer em Budapeste?

Os banhos termais de Budapeste

Szécsenyi Fürdő

Gellért Fürdő

Rudas Fürdő

Aquincum (Óbuda)

Arredores

Szobor Park (Statue Park)

Mercado Público de Ecseri (Ecseri Piac)

Budapeste - Ver, visitar, conhecer Budapeste

Como chegar? Transportes

O aeroporto

O aeroporto Internacional de Budapeste chama-se Ferihegy. Ferihegy 1 é o aeroporto mais antigo. Está mais perto do centro que Ferihegy 2, mas o jeito pra ir lá é o mesmo.

Existe um transporte partilhado de Ferihegy 1 e 2 para a grande Budapeste toda,  o chamado shuttle-bus. Podem utilizas mais pessoas junto. Oferece o serviço de levar cada um no seu próprio hotel. O shuttle não é sempre cheio, o número das pessoas depende das necessidades na altura. Como o shuttle assegura o transporte para diferentes hotéis, você tem que contar com muito mais tempo para chegar.

Além disso, existem também diferentes companhias de táxi com preço fixo. O táxi oficial do aeroporto (Zona Táxi) leva as pessoas para a cidade com tarifas calculadas por zonas. A tarifa calculada depende da zona onde está o seu hotel.

Também pode chegar no centro utilizando o transporte público. É só pegar o ônibus 200E que sai do primeiro andar do aeroporto. Na parada Kispest, e lá pegar o M3 (metro linha azul). Esta linha de metro transversa a cidade, para no centro, a Praça “Deák tér”. É onde se cruzam os três metros:

  • a linha 1 (ou metro amarelo chamado “Kisföldalatti”, este foi o metro numero um de Europa continental, construído em 1896, ANTES DO METRO EM PARIS!),
  • a linha 2, o vermelho (que leva baixo do Danúbio)
  • a linha 3, o azul. Compram-se bilhetes na caixa do metro (é melhor comprar bloques de 10 bilhetes, é mais econômico) e valida-los ao pé da entrada do metro. Os mesmos bilhetes podemos utilizar no bonde, ônibus ou trólebus, onde temos que validar os bilhetes  imediatamente depois de entrarmos.

 

 

O transporte publico

Na capital húngara o transporte público (metro, ônibus, bonde ou trólebus) funciona muito bem. Tem que comprar o ticket individual ou passe de vários dias antecipadamente (nas caixas do metro, nas tabaqueiras, nas vendas de jornais ou nas bilheteiras automáticas. Em caso de bilhetes pré-comprados, deve validar antes de entrar no metro ou no bonde, ônibus e trólebus logo depois da entrada. No metro, um ticket é válido para viajar por uma linha. É possível comprar bilhetes mais baratos que são validos só para 3 estações. Guarde o bilhete até a saída, porque pode estar controlado. Os controladores normalmente estão fardados, mas também quando não estiver, se exigido é sempre obrigatório apresentar o ticket validado ou o passe. Em caso de não tiver título de viagem tem que pagar uma multa bastante alta.

Você pode contar com as seguintes possibilidades de transporte em Budapeste:

 

O Metropolitano

Encontramos três linhas (a quarta está em construção)

A Linha Millenium (Amarela)

A Linha M2 (Vermelha)

A Linha M3 (Azul).

Todas as linhas se encontram na paragem principal, a Deak Ferenc tér. É nesta paragem onde Você pode fazer a baldeação entre as linhas. O bilhete custa 300 HUF (Forints Húngaros), se comprarem um por um, 280 HUF, se comprar em bloco de dez. A linha vermelha é a única que atravessa o Danúbio (por baixo! – fato que era uma sensação na altura da sua construção nos anos 70, ir ao outro lado do Danúbio, baixo do Rio com “pés secos”) e serve do lado de Buda, as outras duas linhas só servem ao lado de Peste.

 

Tram

Nosso bonde tradicional, são os amarelinhos, que representa o melhor meio de deslocar-se em Budapeste. Existem diversas linhas em Peste, Óbuda e Buda. Geralmente circulam nas principais avenidas da cidade, e também pelo bordo do Rio Danúbio. Existe uma linha “Sightseeing” no bordo do Rio, é o número 2, passa ao pé de monumentos mais bonitos de Peste e vêem-se as vistas mais espetaculares de Buda.  Tem que comprar o bilhete antecipadamente, valida-lo no vagão do trem, que vale para uma viagem por todo o trajeto de percurso da linha respectiva.

Ônibus

Budapeste tem um sistema muito extenso de ônibus. Circulam também por toda cidade, os ônibus geralmente são da cor azul. Existem diversas linhas que geralmente partem das principais praças da Cidade, e há pão podem ser alcançadas pelo ônibus.

As linhas com o número com E são os rápidos, que correm no mesmo roteiro, mas há menos paragens.

Há partes da cidade, por exemplo, as Colinas de Buda, que só podem ser alcançadas pelo ônibus de linha.

Existem as linhas noturnas, que rodam até madrugada inteira nas principais ruas e avenidas. Para gente de baladas noturnas estes ónibuses significam a salvação para voltar ao hotel). É prático informar-se do horário desses na recepção do hotel.

Durante a noite Você pode comprar os bilhetes a partir do condutor, mas neste caso Você tem que pagar um pouco mais.

Quando pretender de sair, Você tem que pressionar um botão em cima da porta para marcar a próxima paragem.

As paragens estão afixadas no interior do ônibus, mas se não sinalizar a paragem o veículo não irá parar e Você vai perder a paragem.

A melhor solução é a de pedir gente local viajando no ônibus, eles serão muito felizes lhe indicar quando sair.

 

Trem Suburbano (HÉV)

Os trens suburbanos são muito práticos, na regra levam aos locais mais longínquos da capital e cruzam também as suas fronteiras. Em Budapeste há quatro linhas de HÉV, são vagões da cor verde. Os destinos mais importantes para turistas são a para Szentendre (Santo Andrés) e para a cidade do castelo da Sissi, a Gödöllő.

Preço: usa-se um ticket pré-comprado de metro dentro das fronteiras de Budapeste, fora dos limites tem que comprar ticket especial na caixa do HÉV, o preço varia da distancia do Vosso destino final.

 

Budapeste oferece únicos métodos de transporte também. Vale a pena de experimentar uns destes meios:

o cog ferroviária (Fogaskerekű), http://hu.wikipedia.org/w/index.php?title=F%C3%A1jl:A_fogaskerek%C5%B1_vas%C3%BAt_Budapesten.jpg&filetimestamp=20071208141215

o Funicular (Sikló)

É um funicular histórico, foi construído no ano 1870, para facilitar a subida mais barata dos funcionários do governo, trabalhando em cima, no palácio Sándor, na sede do governo. Hoje em dia neste palácio está a residência do presidente da republica e o Funicular é mais que nada está utilizado pelos turistas.

 

Kép: http://hu.wikipedia.org/w/index.php?title=F%C3%A1jl:Budavari-siklo-P8230164.jpg&filetimestamp=20070823172835

 

o Teleférico (Libegő),

http://static.panoramio.com/photos/original/426763.jpg

Otra peculiaridade de Budapeste é o teleférico (Libegő) que funciona na zona do monte János. Usa-se mais para excursões de fim de semana ou como elevador de ir esquiar durante o inverno.

O bonde de crianças (Gyermekvasút)

No bonde são as crianças que fazem funciona-lo, são eles que trabalham de condutor, de controlador de bilhetes e gozam muito da responsabilidade e são muito orgulhosos de estar capazes de fazer este serviço.

KÉP:  http://www.gyermekvasut.hu/image/014-012.jpg, http://www.gyermekvasut.hu/img/016-589.jpg

 

Rede nacional de caminhos de ferro

A rede de caminhos de ferro é muito desenvolvida, há três estações grandes na nossa capital (Keleti, Nyugati  e Déli ), e todas as três têm contato  com as redes de metro, bondes e com os trolleys.

http://en.wikipedia.org/wiki/File:BudapestKeletiStation.jpg

http://maps.pomocnik.com/photo/keleti-palyaudvar-eastern-railway-station-budapest-hungary/ http://www.panoramio.com/photo/6351695,

Nyugati-b-mt.jpg (113666 bytes), 01_023.jpg (190415 bytes),  http://www.2747.com/2747/world/station/budapest/2009en/nyugati2a.html

A rede de estradas

é considerada uma das melhores da Europa Central. Se alugar um carro em qualquer país dentro da União Européia, pode circular sem problema em todos os outros paises de Europa, assim na Hungria também. Por entanto avisa a empresa do seu trajetório planificado!  Na Hungria é proibido conduzir sob o efeito de álcool e drogas (A regra chama-se tolerância zero). Se conduzir fora de cidades e aldeias, os faróis do carro devem estar sempre acesos, mesmo durante o dia. Para circular nas auto-estradas (M1, M3, M5 e M7), compra-se ANTECIPADAMENTE uma vinheta, que se vende em todos os postos de gasolina. Também pode comprar a vinheta na Internet com cartão de credito no site www.autopalyamatrica.hu em inglês.

Passes (bérlet)

Passes para vários dias - transporte público em Budapeste e arredores (em vigor desde 1 de Julho 2009) (HUF quer dizer Hungarian Forints, florines húngaros).

 

1 dia            1 550 HUF

3 dias            3 850 HUF

7 dias            4 600 HUF

14 dias            6 200 HUF

30 dias             9 400 HUF

1 ticket                  300 HUF

10 tickets (juntos)        2 700 HUF

 

Budapest Card 48h         6 300 HUF

Budapest Card 72h         7 500 HUF

Táxis:

Aproveito para deixar uma referência aos táxis: é melhor evitar chamar táxis na rua, mas sim telefonar para uma das companhias: . Peça as companhias de táxi de confiança dos hotéis ou dos restaurantes ou chame por telefone uma das companhias seguintes:

6x6 taxi

Telefone: (+36-1) 666-6666

Budataxi

Telefone: (+36-1) 233-3333

City Taxi

Telefone: (+36-1) 211-1111

Főtaxi

Telefone: (+36-1) 222-2222

Rádió Taxi

Telefone: (+36-1) 777-7777

Taxi 2000

Telefone: (+36-1) 200-0000

Tele5 taxi

Telefone: (+36-1) 555-5555

Zóna taxi

Telefone: (+36-1) 365-5555

Budapeste - Pontos principais “obrigatórios” para ver em Budapeste

Três cidades nos dois lados do Danúbio

Já um pequeno tour à Budapeste mostra-nos milagres da capital dos Magiares. Chega ir à beira do Rio Danúbio,  Buda, Óbuda ou Peste, nas três partes que se uniram durante a “Belle Epoque da Monarquia Austro-Húngara, formando agora uma única cidade no nome. As três antigas cidades são ligadas por nove pontes, e a história vê-se em cada canto, nota-se em cada momento da vida da capital húngara.

A Hungria, o país encontra-se no coração de Europa, tem aproximadamente 93.000 km² de extensão e conta 10 milhões de habitantes. A cidade capital tem 1,7 milhões de habitantes sobre um território de 525 quilômetros quadrados.

Buda é a cidade mais colinhosa, com selvas, zonas verdes e parques e Buda é muito mais  residencial também, onde é agradável viver. Em Peste começa a Grande Planície Húngara, é totalmente plano, tem edifícios espetaculares, construídos no século XVIII e XIX. de estilos da monarquia (neo-barocco, neo-renessantista, e de secession que quer dizer modernismo), e ao longo das grandes ruas (rings ou circulares) das avenidas e bulevares (circulares) temos muita oferta de lojas e centros comerciais. Nas noites de verão as esplanadas e avenidas enchem-se com gente da vida noturna. Buda, Óbuda e Peste completam-se totalmente.

As pontes

O Danúbio é o rio mais importante de Europa, é o segundo maior depois do Rio Volga (na fronteira de Ásia e Europa)      Durante muito tempo não construíam pontes sobre o Danúbio.  No século XIX foi construída a primera ponte, a  Lánchíd, (Ponte das Correntes) para fazer o contato entre Peste, Buda e Óbuda. Agora temos nove pontes, duas delas são dedicadas exclusivo ao caminho de ferro e as demais sete para o tráfico de veículos e pedestres. Peste é mais comercial, mais política, tem mais vida noturna, Buda é mais residencial. Muita gente atravessa as pontes varias vezes durante o dia, assim o transite entre Buda e Peste nunca pára.

Origem de Budapeste

O nome de Buda não tem nenhum contato com o deus Buda, ou Budismo, e o nome Peste não tem ligação nenhuma com a epidemia, a peste. Ambos os nomes têm origem numa remota língua eslava. Assim, o nome Buda foi um mal entendimento da palavra eslava vadá, que significa água e Peste significa forno ardente para fabricar ladrilhos. Tudo isso tem a ver com as fontes termais da cidade. Budapeste é uma cidade das fontes termais, isto significa que por baixo da terra temos uma grande riqueza de fontes de águas quentes.  E a base destas fontes, foram construídas as termas, já durante o império romano. Estas termas têm água muito quente, entre trinta e quarenta graus. Esta água é muito recomendável contra doenças como reumatismo, de estômago e ajuda a circulação do corpo, e estas águas  servem rejuvenescer qualquer pessoa!.

A historia da cidade

Se quisermos conhecer a cidade, temos que saber alguns pormenores da história de Hungria. A metade ocidental do território atual já foi habitada pelos romanos da antiguidade, é por isso que até hoje encontramos vestígios romanos neste território. Depois da queda do Império Romano eram povos bárbaros, por ex. os visigodos, avaros e os hunos que habitaram esta zona.

O povo Magiar (que quer dizer húngaro, em húngaro) tem as suas origens na Ásia. Originalmente, vivíamos nas planícies asiáticas entre condições nômades e depois de larga migração em vários países chegávamos às estepes da Hungria atual e no ano 896 conquistáramos a Bacia dos Cárpatos. Ficamos instalados nesse lugar, aceitamos o cristianismo e Santo Estêvão, que originalmente era um chefe pagão, recebeu uma coroa do Papa e foi coroado no ano 1000. Ele tem grande mérito a ter cristianizado o povo pagão, e assim é que o povo húngaro conseguiu sobreviver tantos séculos, em contrário dos povos nômades como os hunos de Attila que desapareceram totalmente.

Mas na altura, nem todos os húngaros ficaram contentes com a cristianização e levantaram-se muitas vezes, e mataram os chefes católicos. A Colina de São Gerardo em Buda chama-se assim,  porque é este monte, onde o primeiro bispo dos Magiares, São Gerardo foi metido numa pipa e atirado para o rio Danúbio pelos pagãos.

A Praça dos Heróis e por volta

O Millenario

O ano mais importante na história de Budapeste foi o 1896. Os Magiares chegaram para Bacia dos Kárpatos no ano 896, mil anos mais tarde festejamos o ano milenar da chegada dos húngaros, com festas, celebrações e muitíssimas construções, que deram um impulso para evolução de Budapeste. Um exemplo das inaugurações para o Milionário é a Praça dos Heróis, onde encontramos estátuas das mas destacadas figuras da história húngara.

A Praça dos Heróis

Hősök tere ( Praça dos Heróis) – É a maior praça de Budapeste, dentro do Parque Municipal, no fim da Avenida Andrassy, destacando um  monumento de 36 metros de uma coluna rodeada pelos imponentes 7 chefes de tribos húngaras, encima o Arquanjo Gabriel, construído em 1896 em comemoração aos mil anos do primeiro assentamento húngaro aqui. Arredor vê-se uma galeria semicircular de figuras de reis e chefes de revoluções durante mil anos de historia húngara.

Os nossos antecedentes construíram uma praça bonita e completa para o milenário:  a mão esquerda encontra-se o Museu de Belas Artes, que contém uma coleção(a segunda maior na Europa)  de pintores espanhóis como El Greco, Velásquez, Murillo ou Goya. O museu tem ainda exposições de pintura flamenca, italiana, de pintores impressionistas franceses, e uma exposição de Egito.

A mão direita encontra-se o Műcsarnok – Sala das Exposições – com exposições temporais.

A Praça dos Heróis fica ligada com o centro de Peste com uma avenida muito espetacular e muito imponente com a sua extensão de 2,5 quilômetros: a Avenida Andrássy, onde antigamente a aristocracia húngara tinha uma grande zona verde, foram montando a cavalo e as damas em carruagem, para ir reunir-se no território do parque municipal, para elaborar as condições da independência húngara de Áustria. A Avenida foi construída depois, passo a passo, onde tinham os seus castelos e casas para passar o inverno. Quando os enervou o trafico da nova moda, os automóveis, então iniciaram uma linha subterrânea, quer dizer a primeira linha de metropolitano sobre o continente europeu, que foi construído para festejar o milionário de Hungria em 1896. Os primeiros passageiros foram o Imperador Francisco Josef e a sua esposa, a belíssima Sissi. Eles ficaram contentíssimos com este trem subterrâneo.

O Parque Municipal é ótimo para um passeio fresco dentro da cidade. Neste parque encontra-se o parque zoológico, o  banho  termal Széchenyi, um castelo romântico que foi construído para festejar o aniversário de mil anos da existência de Hungria,, um parque de diversões chamado Vidámpark, tudo rodeado por um lago onde no inverno se pode patinar sobre gelo.

O Jardim Zoológico

No século XIX já também existia o Jardim Zoológico (como um dos primeiros na Europa) com diferentes animais exóticos. A nossa querida Rainha Sissi nos ofereceu duas girafas para a inauguração da instalação. A fundação foi idéia dela também.

Avenida Andrássy

Museu Liszt Ferenc

O Museu dedicado ao compositor e pianista Franz Liszt foi aberto em 1986 quando comemoraram o aniversario da morte do famoso compositor Ferenc Liszt (1811-1886), que habitou esta casa. O edifício que tem estilo  neo-renascentista, e contem  instrumentos, objetos e documentos originais de Ferenc Liszt.

Casa do Terror

Terror Háza (que significa Museu do Terror) – A casa alberga um museu às vítimas do nazismo (de 1944 e de 1945) e do comunismo (entre 1944 e 1945). Depois de terminar a guerra, entre 1945 e 1956, a mesma casa serviu de centro dos conselheiros secretas russos. Na exposição temos imagens que nos  relembram a altura preta  que o pais sobreviveu durante o século XX. A exposição é feita com métodos criativos, tendo na exibição um tanque da segunda guerra mundial. Muitas vezes há mostras temporárias, vale a pena de lá ir.

A Grande Ópera

Chama-se Magyar Állami Operaház em húngaro. É um edifício neo-renascentista do século XIX, pintado com murais do pintor Károly Lotz e Árpád Feszty. Organizam visitas guiadas todos os dias às 3h e 4h da tarde. Na Ópera apresentam óperas, espetáculos de ballet clássico,  concertos, e  shows de dança.

No lado de Peste

A maior parte dos prédios em Peste foi construída no fim do século XIX. Conhecemos esta época com o nome do Império Áustro-Húngaro, ou a belle epoque.

Nesta época famosa e rica construíram muitos edifícios famosos, por ex. a Catedral do Santo Estêvão, a Grande Sinagoga na Rua Dohány, que representa a maior sinagoga de Europa e segunda maior do mundo inteiro, a Ópera, de que Francisco Josef, o imperador Habsburg tinha medo lá encontrarem os húngaros rebeldes, por isso tinha que ser menor do que a Ópera de Viena, só foi com essas condições  que Francisco Josef deu o seu apoio para a construção. Temos também a influência francesa – a da companhia Eiffel – que ficou célebre depois de ter construído a torre Eiffel em Paris – em Budapeste construiu a estação de caminhos de ferro Nyugati em Peste, e a ponte de Margarida.

A Basílica Santo Estêvão

A maior igreja de Budapeste, que tem capacidade para 8000 pessoas, junto com o Parlamento forma o par de edifícios mais altos da capital (96 m).  Foi batizada com o nome do primeiro rei húngaro, que fundou o primeiro estado húngaro, obrigou-o cristianizar e depois da sua morte o rei tornou-se santo. A igreja constrói-se no século XIX sob estilo neoclássico em forma de cruz grega. Os restos mortais, a sagrada mão direita de Santo Estevão conserva-se na capela detrás do santuário.

 

A Grande Sinagoga

Igualmente conhecida como a sinagoga da rua Dohány és a maior sinagoga de Europa. Pode assentar 3000 fiéis. Foi construída em meados do século XIX em estilo romântico, combinando elementos neomauriscos e neobizantinos, pelos arquitectos Lajos Förster e Frigyes Feszl. O prédio deu muita polemica, foi determinado pelos neologos, ramo de judeus mais modernizadores. Tem duas torres decoradas com ar mauresco, nove naves abobadadas, decoradas com tijolos art deco, tem órgão de boa acústica e outros elementos da modernidade, que o tornam num edifício único no seu estilo. No interior extende-se o Museu Judaico, com a historia do povo judeu. A casa do nascimento de Theodor Herzl estava no lugar onde está o Museu agora. Atrás do edifício ergue-se o Arvore dos Mártires Judeus de Budapeste.

A Hungria considera-se um dos paises com uma das maiores comunidades judaicas de Europa. Em Budapeste contam-se 20 sinagogas. A final de agosto organiza-se o Festival Judaico de verão, com grande número de programas: óperas, concertos, filmes, exibições etc. Atrás do edifício ergue-se o Monumento aos Mártires Judeus da Hungria.

O Parlamento

O prédio do Parlamento Húngaro é o prédio maior e mais bonito de Hungria. Está à ribeira do Danúbio. Foi construído utilizando uma fusão de estilos arquitetônicos, (predomina o neogótico) inspirado do Parlamento de Londres. O edifício considera-se um dos maiores parlamentos no mundo, sobre a superfície de 18 000 metros quadrados tem 700 salas e gabinetes, 27 entradas, nos seus 2 lados simétricos erguem-se a Câmara Alta e a Câmara Baixa, hoje é o lugar da assembléia nacional com 386 deputados. Tem uma sala central com cúpula, onde guardam a coroa do primeiro rei húngaro, do Santo Estêvão.  O edifício está muito bem decorado, usavam muitíssimo ouro, as paredes são pintadas ou cobertas de mármore e estátuas de pirogránito. A altura da cúpula é de 96 metros, a homenagem do aniversario da fundação de Hungria no ano 896.

De Peste para Buda – atravessamos o Danúbio

O Rio Danúbio é o mais importante de Europa. Nasce na Selva Negra e desemboca no Mar Negro. Existem enormes barcos-hoteis, cruzeiros, que atravessam uma boa parte de Europa e mostram as cidades mais importantes aos seus visitantes, como Viena, Bratislava ou Budapeste. Os passageiros podem sair nas cidades e fazer programas de concerto, city-tours e passeios.

As pontes de Budapeste

Para ir de Buda ou de Óbuda para Peste temos que atravessar uma das nove pontes. A primeira ponta, a Ponte das Correntes (em Húngaro Lánchíd) que foi construída em 1849, é a mais bonita.

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Budapest_Chain_Bridge1.jpg

Junto com a estátua da Liberdade é o símbolo de Budapeste. A ponte de  Margarida (Margit-híd) foi construída como segunda permanente sobre o Danúbio. Esta ponte faz o conexo entre as três cidades e a ilha do mesmo nome. A ilha é praticamente um enorme parque, não vivem pessoas lá, há apenas piscinas, banhos termais, courts de tênis e campos de desportes. Recebeu o nome da filha santa do rei Bela IV, que viveu nesta ilha.

A ponte da Elisabeth é a ponte mais elegante, mais fina, parecida à mulher de quem recebeu o nome, a belíssima Sissi. No outro lado da ponte vê-se a ponte Liberdade, cujo nome original era ponte de Francisco José. São as 4 pontes mais antigas de Budapeste, já existiam antes da segunda guerra mundial. Foram todas explodidas e toda a cidade foi destruída também. No pós-guerra  fizeram as obras para reconstruir tudo.

A Ilha Margarida (ou Margitsziget em húngaro)

Esta ilha tem uma historia muito triste, mas os húngaros gostam muito da historia e da ilha também...

Uma vez ... no passado distante e romântico ... foi uma vez um rei, o rei Béla IV, já o nome foi esquisito para um latim, não e? O pais dele foi invadido pelos tártaros, (mongóis) e ele, mesmo com grandes lutas, não podia vencê-los. Não teve outra possibilidade, que prometer: Se poder vencer os tártaros, a filha dele que vai sacrificar-se como serviente de Deus. E foi assim que a pequena foi viver com as monjas dominicanas.  Ela foi canonizada pela Igreja Católica Romana em 1943 em Budapeste, e a ilha onde Margarida viveu que foi testemunha da vida santa, em sua homenagem, recebeu o nome dela. Hoje em dia é chamada  Margitsziget – Ilha de Margarida.

Com uma extensão de 2,5 km e uma largura de 500 metros, pode ser atravessado numa volta em cerca de 2 horas em um ritmo calmo. Mas vale a pena gastar 4-5 horas aqui. Durante a ocupação turca toda a ilha funcionava como um harém.

Há mais de dez mil árvores na ilha, plátanos a maioria deles, cuidadosamente plantadas por vários jardineiros Habsburg para neutralizar os estragos das inundações. Existem várias amenidades na ilha: a Piscina Nacional, os Banhos termais Palatinus, dois hotéis, um Lido, quadras de tênis, um teatro ao ar livre, um jardim de pássaros exóticos, e um jardim de rosas, um japonês e um jardim de esculturas.

Buda Inesquecível

Colina do Castelo – Várhegy em húngaro

Kép:   http://en.wikipedia.org/wiki/File:Budai_V%C3%A1r_este.jpg

De Peste, podemos chegar atravessando a ponte das Correntes (ou Lánchíd) que foi construída em 1849, como a primeira ponte entre as duas margens do rio. A ponte é decorada por dois leões de cada lado. Desde a ponte a gente pode subir com o Teleférico(Bonde) da Colina do Castelo (em húngaro Budavári Sikló)e ver encima umas vistas panorâmicas espetaculares.

Chega-se perto do pássaro simbólico dos Magiares, aos pés do Turul. A lenda fala, que foi este pássaro de fantasia que mostrou o caminho para ir às planícies com águas e pastos abundantes no século nove. É assim, que os húngaros, chegando de Ásia, encontraram a nova pátria para se estabelecer para sempre.

Na Colina do Castelo vê-se duas partes:

•    o Castelo de Buda (em húngaro Budai Vár) é o castelo histórico dos reis húngaros, construído na encosta sul da Colina do Castelo no século XIII pelo Rei Bela IV. Com o tempo, os soberanos húngaros anexaram novas alas ao forte, incluindo um Palácio Real. Depois da ocupação turca, no século XVIII. foi reconstruído em estilo barroco,, chamado de Castelo Real (em húngaro Királyi Vár) e Palácio Real (em húngaro Királyi Palota).

•    o Bairro do Castelo (em húngaro Várnegyed) é a Cidade Medieval de Buda, famosa pelas suas casas e edifícios medievais, barrocos e oitocentistas, no meio dela a praça da Santíssima Trindade, a Igreja Matias e o Bastião dos Pescadores.

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Buda_Schedel.jpg

A Colina do Castelo, com o Castelo de Buda e o Bairro do Castelo, junto com as Margens do Danúbio, e a Avenida Andrássy foram classificados pela UNESCO, em 1987, como Património da Humanidade.

O Castelo Real

No alto do morro, seguindo ao sul da praça central, fica o Castelo Real erguido na Idade Média, com uma última grande reforma em 1790, em estilo barroco. Depois de ser destruído totalmente na segunda guerra mundial, e renovado por fora no estilo original e dentro moderno, atualmente abriga vários museus e atrações. O principal, ocupando a maior parte da estrutura interna do palácio, é a

Galeria Nacional (Magyar Nemzeti Galeria), com uma coleção de arte que começa no século X  e segue até os dias de hoje, somando mais de sem mil objetos de arte. Apresenta a maior e melhor coleção de pinturas e esculturas de Hungria.

Biblioteca Nacional Széchenyi, no interior do Castelo, fundada em Budapeste em 1802, tem cerca de dois milhões e meio de volumes e mais de quatro milhões de outros documentos.

Museu Histórico de Budapeste (Budapesti Történeti Múzeum)

O Museu de História de Budapeste está localizado na Ala Sul do Castelo de Buda, estendendo-se por quatro andares. O museu apresenta a história de Budapeste desde as suas origens até ao final da era comunista. Também é nesta área que está a parte restaurada do Castelo Real Medieval, incluindo a Capela Real e a abobadada Galeria Gótica. A exposição mais interessante é a das esculturas góticas do Palácio Real. As estatuas foram feitas ao pedido do rei Segismundo de Luxemburgo, mais depois enterradas, e esquecidas. Nos anos 70 foram encontradas e agora figuram como partes duma exposição excelente.  Nos pátios exteriores podem ser vistos os jardins construídos nos medievais "zwingers" (vedações muradas). Dos jardins podemos ver uma maravilhosa vista da área circundante, a cidade medieval de Buda. Como parte do Castelo Real, existem ali varias escavações e ruínas da época medieval. Muitas destas podem ser acedidas.

A Igreja Mathias,

A Praça da Santíssima Trindade (Szentháromság tér) é a praça central do morro, em frente está um prédio gótico, construído no século XIII, como igreja consagrada á Nossa Santíssima Senhora. Na época medieval serve como igreja principal de Buda, aqui se proclamam as guerras. O famoso rei Mathias decide construir uma torre e casa-se nesta igreja – até duas vezes! Por isso é que a igreja chama-se Mathias (a não confundir com São Mathias, o apóstolo). No século XVI. os turcos ocupam o distrito e convertem a igreja numa mesquita. Pintam as paredes brancas e evitam representar figuras humanas ou animais.

O templo foi lugar de importantes acontecimentos como a coroação de Franz Josef e Elisabeth (Sissi) ou do último rei húngaro, Karl IV. Diz a lenda que em 1686 a Virgem apareceu aos turcos, que estavam orando. Eles tomaram como um sinal de derrota e perderam a cidade de Buda contra os Húngaros.

No final do século XIX. a igreja foi totalmente renovada, limpada dos diferentes estilos, e mantendo a estrutura gótica das muralhas, foi repintada, lembrando-se das épocas principais como templo cristão e mesquita turca.

O Bastião dos Pescadores

Foi edificado em 1895, em estilo neoromanico, para decorar ainda mais a já fantástica Igreja Mathias e comemorar o aniversario da conquista Magiar. Constituído de sete torres, em homenagem às sete tribos magiares que se estabeleceram na bacia dos Cárpatos em 896 e fundaram o país de Hungria, Magyarország. Das torres do Bastião podemos desfrutar das vistas mais pitorescas de Peste, especialmente do Parlamento, da Ilha Margarida, da maravilhosa Ponte das Correntes e dos palácios na beira do Rio Danúbio.  O monumento incorpora ainda uma linda estátua eqüestre do Rei Santo Estevão, fundador da nação. A estátua representa Santo Estevão com a cruz apostólica na mão e recebendo a maquete da Igreja Mathias.

Igreja Maria Madalena

Não longe do Bastão fica a ruína da na parte norte do distrito do castelo. Esta igreja foi a única igraja cristá durante o período otomano. Só ficam uma torre e uma janela bonita dos tempos medievais, o resto fica em ruínas. A torre tem 24 sinos que marcam o tempo, tocando a cada meia hora.

Museu de História Militar (Hadtörténeti Muzeum),

O Instituto e Museu de História Militar está localizada no edifício do Quartel Nándor na Colina do Castelo de Buda (Budai Vár) e reúne artefatos da história militar húngara. Além do arsenal, a coleção de uniformes, bandeiras e numismática também são significativos.

Exposições permanentes:

•    "Armas de Mão",

•    "A História das Forcas de Defesa Húngara, (Honvédség) e

•    “13 Dias da Revolução de 1956".

O Labirinto (Budavári Labirintus)

O Labirinto é um sistema de túneis e cavernas formando um labirinto na área baixo do Castelo Real de Buda. Nas grutas  subterrâneas que figuram uma rede de cerca de 11 quilômetros de comprimento, os primeiros vestígios do homem são de meio milhão de anos atrás. As cavernas naturais feitas pelo movimento vulcânico da terra e das águas, foram pela primeira vez juntada pelos turcos para fins militares. Na década de 1930 um abrigo antiaéreo para dez mil pessoas foi criada, através da utilização de reforços de concreto. Hoje, uma secção de cerca de 1,5 quilômetros podem ser visitados.

A água sempre escorre nas cavernas calcárias e esta não é uma exceção. Após fortes chuvas parece a um chuveiro em alguns lugares. A temperatura é de 14 graus Celsius, a umidade é de cerca de 90 por cento. Apenas um sinal na parede lembra do tempo durante a II Guerra Mundial, quando milhares de pessoas sobreviveram o cerco neste labirinto. Alguns dizem que o carteiro ainda desceu para entregar as cartas aqui.

Palácio Sándor (Sándor Palota)

O palácio de estilo neoclássico, construído no início do século XIX, foi quase totalmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial. Located on Castle Hill, near the top of the funicular railway (sikló), it was once the residence of the Prime Minister; renovated at the beginning of this decade, it now houses the Presidential Offices. Localizado na Colina do Castelo, perto do Teatro do Baile Húngaro, foi em tempos a residência do Primeiro-Ministro; reformado no início deste século, agora abriga os gabinetes presidenciais.

Monte São Gerardo (Gellért Hegy)

Em cima do Monte São Gerardo (Gellért) encontramos a Cidadela, uma fortaleza construída dos Habsburg no século XIX para vigiar os Húngaros rebeldes, assim como a Estátua da Liberdade, uma figura femenina com uma folha de palmeira nas mãos. Passeando até a estátua de cima vê-se todas as partes de Budapeste.

Comprinhas

Mercado Grande

É o maior mercado da cidade, num belíssimo prédio construído em 1897, fica na praça Fővám tér 1-3. Está aberto de ter/sex 6h-18h e segundas até as 17h. A gente encontra tudo de que precisa: verduras, frutas, carnes para cada gosto, mesmo pescado na cave (não façam esperança demais, Hungria não é um pais de bom peixe!) e inúmeras lojas de souvenir no primeiro andar! E... bom ambiente!

Mercados de pulga

A ”Feira da Ladra” budapestense chama-se Ecseri. Encontra-se na Nagykőrösi utca 156, de seg/sex 8h-1, mas o grande dia é no sábadő. Se quiser participar  no leilão, tem que ir por volta das 6 de manhã!

Na Rua Váci

Para fazer compras podemos passear pela rua Váci, onde encontramos também lojas com produtos típicos da Hungria, mas também souvenires, têxteis lar, malhas, roupa, cristais, porcelana etc, mas para conhecer como fazem as compras de dia a dia os húngaros, é melhor ir ao Mercado Central. Um dos produtos mais típicos da Hungria é a paprika, uma especiaria feita à base de pimentão vermelho, tem cor vermelha forte. Existe versão doce e também picante. A paprika usa-se pra várias comidas típicas húngaras, assim como por ex. a sopa de goulash, guisado de frango “paprikáscsirke”, pörkölt ou paprikás. No nível da rua encontramos o verdadeiro mercado de verduras, frutas e carnes, as mercadorias pra turistas vendem-se no primeiro andar: há diferentes bordados, (de Kalocsa, de Matyóföld, de Transilvania etc.), porcelana e cerâmica pintadas, cristal, produtos de madeira. Os vinhos merecem um estudo mais aprofundado. O vinho mais famoso do país vem da região de Tokaj. É um vinho doce, porque é feito de um tipo especial de uvas tardias (com botritis) e os húngaros bebem como sobremesa. O que é o mais cotidiano, é a pálinka – aguardente, que pode ser feita de uvas, pêssego, pêra, cereja etc. Outra bebida famosa chama-se Unicum, que é um licor amargo, como é feito de 42 ervas medicinais. Foi inventado por o médico Dr. Zwack, para o imperador austríaco Josef II, como licor digestivo, mas os Magiares costumam bebe-lo cada hora do dia, mesmo sem problemas de estômago.

A Cozinha Húngara

O pais tem uma vasta cultura culinária. O mais tradicional parece - ao menos aos olhos dos turistas – a sopa de goulash, um grosso caldo com carne, batatas e cebolas, e naturalmente temperado com páprica. O que conhecemos do nome goulash, chama-se pörkölt, que pode ser feito de porco, de ternera, mesmo de ovelha ou frango. Se for feito com um bocado de creme azedo de leite, já o nome é paprikás.

A famosa panqueca húngara chama-se Palacsinta. Há recheada de varias coisas: com requeijão, damasco, cerejas, e a Palacsinta mais típica é a com ginja e cimentas de papoula. Há Palacsinta pra gosto masculino: a Hortobagyi Palacsinta, é com galinha.

Hungria era um país tradicional de vinho. Hoje em dia bebe-se mais cerveja, ainda que o Vinho seja também uma bebida muito apreciada. Temos 22 regioes de vinho e temos bons vinhos pra cada gosto. Cervejas húngaras como Borsodi, Dreher e Kőbányai são bastante populares. A comida não é cara; vale então experimentar, e tentar muitas coisas,  investir na arte da  gastronomia húngara.

Quando estiver na Rua Váci, parece boa opção um lugar chamado Fatal (a palavra quer dizer prato de madeira em húngaro!) na rua Váci 67, lá pode ter comida húngara por 2.000HUF a 3.000HUF por uma porção, que é capaz de ser  suficiente para duas pessoas. Na Rua Váci encontra-se um  barzinho/restaurante Verne, no número 60, no subsolo, que tem a  decoração a base na história de Jule Verne 20.000 Léguas Submarina. O restaurante imita  um submarino e serve pratos a partir de 1.500HUF. Há ainda muitas opções, e comer no primeiro andar do Mercado Central é um verdadeiro achado. É boa idéia ir no subsolo do Mercado Central, no supermercado  aproveitar dos queijos, salsichas  e salames da região. Para gente com mais exigências e mais dinheiro: no outro lado da Ponte de Liberdade está já o restaurante fino, o Gellért. Antes aconselho ir banhar-se nos Banhos Termais Gellért no mesmo prédio!

Cafés de Budapeste

Para descansar depois do City Tour à tarde em Budapeste podemos sentar-nos num café, num barzinho ou pastelaria. Café New York é o nome mais conhecido, o que nos promete um prédio, melhor dito um palácio do século XIX, reconstruído a poucos meses, combinando o estilo original romântico com a rafineria do ultimo grito do design italiano.

Outra idéia é a pastelaria Gerbeaud, no outro lado da Rua Váci. É uma das mais antigas da cidade, leva o nome da família suíça dos fundadores e também tem um bolo com este nome (bolo zserbó, zserbó szelet em húngaro).

Arredores movimentados com multidão de restaurantes:

Liszt Ferenc tér (Praça Franz Liszt)

é uma zona pedestre no centro da cidade, um dos pontos mais populares da cidade com grande variedade de restaurantes interior e exterior, e cafés de cada tipo. No meio da praça ergue-se uma estátua de bronze deste famoso compositor húngaro e muito perto da praça está o prédio (estilo secession) da Academia de Música Ferenc Liszt.

Os cafés e restaurantes na Liszt Ferenc tér são populares tanto entre húngaros como turistas. Não variam de preços (em geral acima da média), mas em interiores e cozinhas. Alguns deles aberto para café da manhã, enquanto as outros são mais animados da noite. Mais um detalhe para brasileiros: Na esquina Avenida Andrássy-Praca Franz Liszt está a livreria Irók Boltja, famoso site do filme “Budapeste” de Walter Carvalho baseado no livro de Chico Buarque. Foi aqui, onde Jose Costa, alter-ego do Chico Buarque se encontraram... A must-see for Brasiliens! No outro lado da Andrássy, 3, na praça Jókay está o barzinho Kiadó Kocsma – onde as idéias sobre o filme foram formadas – barzinho querido durante as filmagens.

O bairro IX de Ferencváros: a Rua Ráday

é uma rua pedestre famosa em toda a Europa pela sua vida noturna, bares, restaurantes. Perto do Mercado Central, em direccao a Kálvin ter, podemos aproveitar para nos lançar a direita desafio alternativo da Rua Ráday, a que os budapestenses chamam de Soho de Budapeste. Esta rua tornou-se trendy, muito popular ao sol de verão e ao frio do inverno também. Há muitos bares, restaurantes, galerias de arte contemporânea, a todo estilo, na hora alta e fora de horas. Lá está o incomparável Café Costes, que usa muito a fama da casa-mãe parisiense, o Hotel Costes e a música rítmica chique.

O que fazer em Budapeste?

Os banhos termais de Budapeste

Budapest é famosa por sua origem vulcânica, e suas fontes e banhos termais. Não temos que aquecer as águas para os  banhos, como temos grande número de fontes de águas termais e medicinais -há cerca de 50 espalhados pela cidade. A tradição data de mais de 2 mil anos atrás. Temos fontes com temperaturas de 60-70, até 76 graus Celsius, piscinas que mantêm suas temperaturas todo o ano – mesmo ao ar livre -  acima de 30° ou mesmo 40°. Em muitos banhos você nada do jeito que veio ao mundo, neste caso – como temos vergonha -  separando homens e mulheres.

Além de banhos turcos, há piscinas ao ar livre, há mesmo hospitais e hotéis que oferecem águas para tratar reumatismo, problemas de metabolismo, e outras doenças.

Szécsenyi Fürdő

O maior e mais popular banho termal da cidade é o Széchényi Fürdő, no Parque Municipal chamado Városliget em húngaro. A água nasce da fonte  baixo da Praça dos Heróis. A fonte é tão abundante, que da não somente para o Szécsényi, mas também para os animais do Parque Zoológico. O Szécsényi tem um circulo constante de clientes e pacientes (uma terça parte do seu edifício é hospital onde curam só com água) que nadam todo o ano ao ar livre e fazem partidas de xadrez sobre água mesmo quando tiver temperaturas de ar baixo zero. A temperatura de ar neste clima  normalmente pode baixar até 12-15 graus negativos, e cada 8-10 anos mesmo até vinte tantos graus baixo zero. Dos turistas não esperamos tanta coragem, que saiam a nadar fora naquela altura!

Gellért Fürdő

O Banho Gellért em Buda, é o mais bonito e tem a maior fama no estrangeiro. Foi aberto em 1918, funciona dentro de um prédio de estilo Secession. As piscinas para nadar são mistas, uma grande com bolhas de ar cada hora, esta com opção de abrir o telhado se fazer muito calor em verão.

No Banho Gellért há uma outra piscina ao ar livre, cada hora imitando o movimento do mar, foi inventado a substituir o mar perdido no tratado de Trianon em 1920, para os húngaros que choram sobre esta grande perca... Há piscinas  separadas por sexo, esta última com opção de entrar pelado.

Rudas Fürdő

Muito mais antigo é o RUDAS, em Buda, próxima à ponte Elisabeth, ocupando um edifício com cúpola.

O mais antigo dos banhos é o KIRÁLY, na Rua Fő utca, foi construído pelos turcos no século XVI. É separado por sexos, três dias por semana são os homens que têm direito de utilizar, e três dias as senhoras. O ambiente é medieval, a gente pode utilizar os mesmos pormenores, que os turcos na altura. Pensamos estar alucinando!

Aquincum (Óbuda)

Aquincum é o nome da capital da colônia romana Pannonia, cidade construída pelos romanos no primeiro século. Em Aquincum estão as ruínas de fortificação e cidade dos romanos que ocuparam a região durante 400 anos. Depois da caída do império diferentes povos ocuparam Aquincum durante a grande migração dos povos, Os Húngaros, chegando da Ásia, ocuparam o território no nono século.  Hoje em dia lá há um museu, o Aquincumi Múzeum, reunindo vestígios da presença dos romanos e uma maquete da então colônia de Roma. Para visitar precisam-se umas três horas. A gente também pode combinar com a visita da cidade barroca Fő ter e os museus do escultor Imre Varga e do pintor Paul Vasarely.

Arredores

Szobor Park (Statue Park)

Parque das Estátuas Comunistas está bastante distante do centro, mas pode ser alcançado por táxi ou de transporte público. Estabeleceram o parque para dar  a possibilidade das futuras gerações de chegar conhecer o sistema totalitarista, o comunismo,ver as estátuas dos maiores líderes comunistas, em tamanho real e outras em tamanho político, ter uma idéia real de ilustres revolucionários. As gerações – mesmo as, que viveram na sociedade comunista, têm grandes dificuldades de explicar porque foi desta maneira, e porque não foi possível opor resistência, como é que a gente não podia lutar contra. As estátuas, que durante o regime soviético estavam dispersas por todos lados de Budapeste, oferecem esta polemica e explicação. Temos grande honra e satisfação, que as testemunhas em pedra não desapareceram no alçapão da historia, que todas foram removidas com a queda do comunismo. Se tiver tempo, aconselho para todas as gerações, é uma experiência imperdível!

Mercado Público de Ecseri (Ecseri Piac)

A Feira de antiguidades Ecseri é um tipo de Feira da Ladra do bloco soviético. Está bem longe do centro histórico, então a tentativa de descobrir as relíquias do Mercado Público de Ecseri precisa bastante energia do turista, mas vale a pena porque é uma experiência inesquecível.

 

Saiba mais sobre a >>> Hungria